Museus e Centros Cultuais.   Academia Maranhense de Letras  
       
Museus de São Luís  
 
Museu de Arte Sacra.
O Museu de Arte Sacra - MAS - está localizado no "Solar do Barão de Grajaú", na Rua 13 de maio, nº 500, Centro e foi inaugurado em março de 1991. Abriga uma coleção variadíssima dos estilos maneirista, barroco, rococó e neoclássico, escolas regionais, imagens populares e de roca. Destaque para a coleção de ourivesaria dos séculos XVIII e XIX. Parte do acervo pertence à Arquidiocese de São Luís e irmandades, estando sob custódia do MAS, em regime de comodato.
Funciona das terças às sextas, das 9:00 às 18:00 horas.

Museu de Artes Visuais.
O Museu de Artes Visuais - MAV - está situado na Rua  Portugal, nº 237, Praia Grande, ocupando sobrado de fachada revestida de azulejos portugueses. Internamente é ligado a um prédio da Rua da Estrela, onde estão instaladas uma pequena biblioteca e a Galeria Nagy Lajos. Do circuito de exposição permanente, na Rua Portugal, constam objetos de artes plásticas como quadros, esculturas, gravuras, desenhos e pinturas, rótulos antigos e exemplares de azulejos do séculos XVIII, XIX e XX, de origem portuguesa, francesa e alemã. Funciona das terças aos sábados, das 9:00 às 19:00 horas.

Museu do Negro.
A Cafua das Mercês é um espaço cultural destinado à preservação da memória da forte presença da cultura afro no Maranhão. É conhecida, também, como Museu do Negro. No seu circuito de exposição permanente, encontra-se uma coleção de peças de arte africana de grupos culturais como Bambara, Dogon, Senufo e outros, além dos objetos da cultura afro-maranhense: indumentárias e instrumentos musicais utilizados em rituais religiosos. Está localizado na Rua Jacinto Maia, nº 54, bairro da Praia Grande, onde, à época da escravidão, funcionou um espaço para depósito dos escravos, desembarcados em São Luís. O horário de visitação pública é das segundas às sextas, das 9:00 às 18:00 horas.

Museu Histórico e Artístico do Maranhão.
O Museu Histórico e Artístico do Maranhão - MHAM, instalado no "Solar Gomes de Sousa", na rua do Sol, nº 302, Centro, foi inaugurado em 1973. O circuito permanente reconstitui alguns ambientes de uma casa de época, na transição dos séculos XIX e XX, onde as peças são mostradas de forma didática, de modo que o público possa ver o acervo contextualizado dentro dos usos e costumes de um período histórico. O MHAM dispõe de completo sistema de informatização, teatro e galerias climatizados. Funciona das terças às sextas, das 9:00 às 19:00 horas.

Casa de Cultura Josué Montello.
A Casa de Cultura Josué Montello foi criada pela Lei nº 4.351, de 31 de outubro de 1981, com a finalidade de promover estudos, pesquisas e trabalhos nas áreas de literatura, artes, ciências sociais, história e geografia do Maranhão. Funcionou , inicialmente, em prédio situado no Largo do Ribeirão. Mudou-se, posteriormente, em março de 1990, para um casarão localizado na rua das Hortas, esquina com a Rua dos Coqueiros, que fora adquirido pelo Governo do Estado em 1989.

Seu acervo é composto de, aproximadamente, 35.000 peças, compreendendo coleções de livros raros, publicações avulsas e periódicas nacionais e internacionais, além de um expressivo conjunto de fotografias, fitas gravadas e slides. Porém a razão maior da existência deste espaço cultural deve-se ao fato de contar com a obra completa do Escritor, acrescentada de objetos e documentos pessoais, tais como medalhas, placas decorativas, quadros, manuscritos e vasta correspondência. Foi recentemente reformada e dotada de serviço de informática. Funciona das segundas às sextas, das 13 às 19 horas.


Centro de Criatividade Odylo Costa, filho.
Tem sua origem no antigo Centro de Artes e Comunicações Visuais - CENARTE, criado pela Lei nº 4.102, de 06 de novembro de 1979. No final da década de 80, sofreu intensa reforma, sendo então aparelhado com teatro, (denominado, atualmente, de Alcione Nazaré), além de cinema, com 120 assentos. Por força regimental, tem o objetivo de promover a produção e a difusão artística do Estado, nas mais diversas formas de expressão, passando pela música, dança, artes plásticas, literatura e artes visuais em geral.

Está localizado no Bairro da Praia Grande, zona histórica de São Luís, ocupando espaço, onde outrora funcionavam tradicionais casas comerciais atacadistas. Foi recentemente reformado e dotado de moderno sistema de climatização. Esta à disposição dos usuários nos horários matutino e vespertino, oferecendo cursos e oficinas nos mais diversos campos das artes, enquanto suas casas de espetáculo, o cinema e o teatro, realizam sessões no horário noturno.

Espaço Cultural João do Vale.

Criado no dia 7 de março de 1995, está localizado na Rua da Estrela, s/n, possuindo capacidade de lotação para um público aproximado de 400 espectadores. Tem por finalidade a realização de programações artístico-culturais em regime de multi-uso ocupacional, promovendo, apoiando e difundindo a arte e a cultura nas suas diferentes manifestações e formas de expressão. Suas programações de maior sucesso têm sido o festival "Estudantil de Teatro ", o " MPM de Cara Nova " e o Mastro Junino ". Dentre as programações do Espaço Cultural João do Vale, na Praia Grande, denominadas atividades internas, destacam-se: " Em Cartaz ", " Música Popular Maranhense Alternativa ", " Vale quem tem " e " Criança Vai ao Teatro".

Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho.
Os embriões do Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho foram o Museu do Folclore e Arte Popular e a Biblioteca do Folclore, criados no ano de 1971, mas somente instalados em 1976, passando a funcionar inicialmente na Rua do Ribeirão e depois na Rua de Nazaré. Em 1977, ocorreu a mudança para a Rua do Giz, ocupando, primeiramente, a casa de nº 205. Em maio de 1982, foi finalmente inaugurado, no sobrado de três pavimentos, do século XIX, nº 221, como Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, uma justa homenagem ao grande escritor maranhense.

Atualmente, o órgão abriga na casa de nº 205 a sua parte administrativa, enquanto a sua área de exposição está localizada no sobrado de nº 221, da referida Rua do Giz. Este circuito de exposição tem como entrada a Galeria Zelinda Lima, destinada às mostras do conjunto de coleções temáticas como: danças e folguedos (bumba-meu-boi, tambor de crioula, tambor de taboca, dança do lelê, tambaê de caixa, cacuriá, dança do coco, carnaval, careta-reisado da cidade de Caxias);

religiosidade (tambor de mina, festa do Divino Espírito Santo, ex-votos, santos, presépios); cultura material indígena; artesanato; brinquedos populares; reciclados,além de coleções adjuntas como as de Domingos Vieira Filho, Nhozinho, João do Farol, Vítor Gonçalves, João Cupertino e da Colônia Nina Rodrigues. Conta, ainda, com uma pinacoteca, um auditório, uma loja de artefatos populares, uma biblioteca e uma oficina de conservação e restauração. O CCPDVF desenvolve, também, atividades de apoio material aos grupos folclóricos regionais e aos grupos de pesquisa e ensino no campo da cultura popular.





Academia Maranhense de Letras.
A Academia Maranhense de Letras é a entidade literária máxima do estado do Maranhão foi fundada no dia 10 de agosto de 1908. O prédio-sede da AML, constitui-se de um dos mais significativos ícones da arquitetura civil maranhense e brasileira. O imóvel foi construído para abrigar a Escola de Primeiras Letras da Freguesia de Nossa Senhora da Vitória em 28 de julho de 1874, além de sediar outras unidades de ensino, ali esteve instalada a biblioteca Pública do Estado. O prédio passou a ser a sede própria da Academia em 1949, por uma doação feita pelo Estado, no época do governador Sebastião Archer da Silva. No dia 9 de novembro de 1962, o IPHAN inscreveu a referida edificação no Livro do Tombo Histórico.

Reforma: A sede da AML passou por seis meses de reformas que incluíram a ampliação da biblioteca “Astolfo Marques” e do auditório da Academia com a instalação de 140 novas poltronas, modernos equipamentos de climatização e informática, além de nova iluminação e sonorização. A biblioteca “Astolfo Marques” é especializada em literatura maranhense, com a coleção de publicações relativas ao Maranhão ou produzidas por maranhenses em diversos campos das artes e ciências.

Nos acervos disponíveis, tanto na biblioteca quanto na coleção particular, podem ser encontradas dezenas de obras raras, sejam por estarem indisponíveis no mercado ou por serem “edições princeps”, dos séculos XVII, XVIII e XIX; coleções de manuscritos tais como o “Dicionário Histórico e Geográfico da Província do Maranhão”, de Dr. César Augusto Marques, lançado em 1860; O Mulato, de Aluísio Azevedo, obra datada de 1881 e obras de João Lisboa, de 1864-1865. O novo espaço destino à biblioteca, tem 100 metros quadrados de área útil, e está dotado de mobiliário adequado para os livros, para leitura e para os trabalhos em equipe, além de moderno sistema informatizado de catalogação e controle.

O novo sistema operacional instalado permitirá a consulta pública, via Internet, ao catálogo da livraria e a reserva de obras para leitura “in loco”, sob supervisão do servidor da AML. A restauração física da sede da Academia e o tratamento técnico do seu acervo bibliográfico foram patrocinados pela Companhia Vale do Rio Doce (CVRD). A AML teve o apoio da Universidade Federal do Maranhão, que disponibilizou uma equipe de professores e estagiários do departamento de Biblioteconomia para os trabalhos de higienização do acervo e reclassificação, catalogação e informatização do conjunto de títulos integrantes da Biblioteca “Astolfo Marques”, incluindo a coleção pertencente ao acadêmico Antônio de Oliveira.

Arquivo Público do Maranhão.
Primeiro Arquivo Público do Estado do Maranhão foi criado pelo Decreto nº 339, de 14 de novembro de 1932. Todavia, em julho de 1933, através do Decreto nº 462, foi anexado à Biblioteca Pública. Em 1938, o Governo do Estado do Maranhão resolveu organizar melhor o então Arquivo Público e até 1946 esteve vinculado à Secretaria Geral do Estado, sendo que a partir de 1947 esteve ligado à Secretaria de Interior, Justiça e Segurança. Infelizmente, entre 1938 e 1978, o conjunto de documentos que formava esse arquivo ficou a circular por diversas instalações, sendo todas não adequadas para o devido fim. Somente no ano de 1974, através do Decreto nº 5.266, de 21 de janeiro, foi recriado o órgão Arquivo Público do Estado do Maranhão e, em 1978, foi inaugurada a sede definitiva, instalada em casarão do século XIX, situada na Rua de Nazaré,nº 218, na área conhecida como centro histórico de São Luís.

Tem sob sua guarda o maior acervo documental do Estado, oriundo da Secretaria de Governo (1750-1914) e suas sucessoras (1914-1975) e do Arquivo da Secretaria de Polícia (1842-1962). Está constituído por 1 Km de documentos textuais (manuscritos, datilografados e impressos) dos períodos Colonial, Imperial e Republicano, além de mapas, plantas, discos e jornais. Recentemente foi reformado, sendo informatizado e climatizado, garantindo, ao público usuário, melhor comodidade e conforto. O horário de funcionamento é de segunda à sexta, das 13 às 19 horas.

Casa das Tulhas.
A "Casa das Tulhas" foi construída em 1820 com a finalidade de ser um espaço onde os lavradores pudessem guardar suas mercadorias e vendê-las pelo melhor preço. Em 1859, sob licença da Câmara de São Luís, a Companhia Confiança Maranhense assumiu a responsabilidade de retirar seus escombros para, em seu lugar, construir a atual Feira da Praia Grande.

Circundado por casas comerciais, na parte externa, a Feira tem quatro entradas, sendo que na principal, se pode ver, ao centro da bandeira de ferro aberta em arco, as iniciais CM, alusivas à Confiança Maranhense e, logo abaixo, a data 1861, talvez alusiva ao ano da conclusão. Quando se deseja comprar determinados artigos: doces, licores, tiquiras, cachaças do interior, farinhas, panelas de ferro ou de alumínio reciclado, cordas, arames, sal grosso, etc, a Feira da Praia Grande é o endereço certo.
Fontes: portalimperatriz, Cazubar online e portal do govero.ma.



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